E não precisam ser muitos ... que sejam tantos quantos se possa contar nos dedos das mãos (ou de apenas uma delas), mas que sejam presentes mesmo quando ausentes. Que te ofereçam um sorriso, um ombro, um prato de cuscuz com ovo, uma música, um conselho, um verso, um abrigo, uma mão a ser apertada em uma emergência de hospital, a paciência na sala de espera de um consultório. Que te ofereçam um carão, um sermão merecido e puxões de orelhas bem dados. Que dividam a alegria, um olhar, o lanche, vitórias, derrotas, um copo gigantesco (ou dois) de chá. Que dividam a bonança e também a liseira, e por que não a dor (até aquelas que são sentidas depois de uma aula de yoga quando se está há muito tempo parada). E nem precisam fazer sentido ... desde que a gente possa chamá-los de amigos.
2 comentários:
ôoooo... tu escreve muito bem, já te disseram isso? Acho que sim,rsrs... e quanto a parte que me toca (muito boa por sinal!), só tenho a dizer que é tudo recíproco e que você sempre poderá contar comigo, nesses momentos e em outros novos, tanto quanto surgirem. Sou grata por você deixar eu tentar cumprir mais esse papel, o de ser amiga :D
Sinto falta de tudo isso! Saudade da minha amiga : (
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